Viral

Um viral se caracteriza pela propagação de uma mensagem através do boca-a-boca. A mensagem interessa tanto a quem recebe que, naturalmente, é passada adiante. Logo, o segredo não está no quanto você divulga, mas na força do conteúdo que você criou. Para um viral acontecer não basta ter uma idéia criativa. Tem que surpreender, ser inédito, causar impacto. E não há como adivinhar se o que você considera bom vai ser interessante o suficiente ao ponto de ser passado adiante.

Dizem que o primeiro caso de sucesso em marketing viral aconteceu com o Hotmail. Uma assinatura discreta anunciava o serviço dentro dos emails enviados por seus utilizadores. Só que o termo foi popularizado com o fenômeno dos vídeos virais.

Aqui no Brasil personagens como Jeremias, Sônia, Ruth Lemos, entre outros protagonistas até então anônimos, “contaminaram” a rede com milhares de visualizações. Muito disso impulsionado pela ascenção das redes sociais que trouxeram ferramentas que facilitam a troca de conteúdo entre as pessoas.

A rapidez e instantaneidade que o boca-a-boca atingiu na internet fez as empresas começarem a investir nesse estímulo. Foi aí que o marketing viral ganhou força com técnicas e estratégias para fazer isso acontecer. A maior preocupação é aproveitar esse potencial sem ser intrusivo, para a mensagem ser passada adiante de forma natural, sem ferir a imagem da marca em uma ação mal sucedida.

Agências de publicidade, relações públicas e assessorias de comunicação passaram a dar mais atenção a esse fenômeno. Com isso, os estudos e pesquisas nessa área aumentaram para entender melhor o uso e como ocorre o relacionamento dentro dessas redes. A partir disso elas criaram estratégias e técnicas próprias para gerar esse boca-a-boca. Seja através de um game, site, ferramenta ou um vídeo. O desafio está em tornar essa idéia em algo interessante para o público.

E olha que “fazer um viralzinho”, como dizem por aí, não é tão fácil quanto parece.